Entenda como é um cigarro eletrônico

O cigarro eletrônico é um dispositivo que converte o vapor na nicotina, conforme o que estiver diluído no líquido, como exempla o propilenoglicol.

A ideia é que o usuário fume por meio do aparelho para satisfazer o seu desejo de nicotina, assim ele inala apenas o químico, na qual não possui a presença de substâncias cancerígenas, como o alcatrão e mais quatro mil subprodutos das folhas de tabaco.

A fumaça ingerida pelo usuário é uma nicotina vaporizada na qual é aquecida e liberada pelo aparelho, no entanto, o seu efeito é imediato.

Quando consumida ela passa pelas mucosas dos pulmões e vai para a corrente sanguínea, e depois segue para o cérebro. Quando chega ao cérebro a nicotina é ligada aos neurônios mantendo o corpo mais em alerta. É neste momento que a dopamina é liberada, na qual faz com que você se sinta melhor. No entanto, uma hora depois, quase metade da nicotina ingerida, já foi gasta por seu organismo, levando o desejo de consumir mais.

Entretanto, através do uso regular da substância, fumantes desenvolvem uma tolerância, por isto, a necessidade de quantidades cada vez maiores.


Como funciona o cigarro eletrônico

O narguilé eletrônico possui os seguintes componentes: bateria, nebulizador, cartucho, bocal, sensor e microchip e a luz. Veja a seguir a função de cada um.

Bateria

A bateria é a responsável em fornecer energia para os componentes eletrônicos, portanto ,ela é recarregável.

Nebulizador

O nebulizador é o responsável em aquecer a solução da nicotina e vaporizá-la.

Cartucho

O cartucho é a parte descartável onde é feito o armazenamento da nicotina, dissolvida em propileno, glicol, líquido sem sabor, inodoro, incolor e que é facilmente vaporizável.

Bocal

O bocal é por onde o fumante puxa o ar, por isto, sua aparência externa remete ao filtro de um cigarro convencional.

Sensor e Microchip

Este sensor tem a capacidade de detectar o fluxo de ar da tragada do fumante e permite acionar o aquecimento. Como consequência, ele vaporiza a solução de nicotina e faz acender a luz que simula a brasa.

Luz

Por fim, a luz acende a cada tragada para simular a brasa.


Processo de fumar com vaporizador eletrônico

O fumante quando dá a primeira tragada no cigarro eletrônico, o sensor tem a capacidade de detectar o movimento do ar e enviar a mensagem ao nebulizador.

Em seguida, o nebulizador aquece as gotículas de nicotina que rapidamente acabam transformando em vapor para ser tragado. Além disso, existem algumas versões de narguilé eletrônico que geram mais fumaça.

Após, a luz de LED é acionada de forma instantânea. No entanto, em alguns modelos é preciso apertar um botão para tragar e ocorrer todo o seu funcionamento.

O interessante é que a fumaça não tem cheiro, pois o cigarro não queima tabaco, além de ter água na composição. Além disso, ela tem capacidade de dissipar mais rapidamente no ar.

Hoje é possível encontrar o cartucho com nicotina e aromatizadores. Além disso, alguns são descartáveis, outros podem ser recarregados com fluído.

No kit é possível encontrar um recarregador, e a sua média de preço pode chegar de R$100 a R$300 reais, com duração de bateria de até dois dias.

Em números, um cigarro convencional equivale a 10 tragadas no vaporizador eletrônico, enquanto um maço de 30 cigarro convencionais, equivale a 1 cartucho do narguilé eletrônico.


Legalização do e-cigarro

O cigarro eletrônico foi inventado pelo farmacêutico chinês Hon Lik, em 2003. O seu propósito é ajudar os fumantes a largar o cigarro convencional aos poucos.

Além disso, muitos especialistas acreditam que o dispositivo é uma porta de entrada para os nãos fumantes, já que produz uma fumaça sem odor e possui gostos aromáticos.  Deste modo, o cigarro eletrônico é proibido em dez países, inclusive no Brasil, porém o seu consumo é liberado.