Conheça os locais que vendem o cigarro eletrônico

De longe pode parecer um cigarro comum, mas quando é tragado, a ponta do cigarro eletrônico fica vermelha e libera a fumaça.

Mais próximo é possível observar que a brasa é apenas uma luz de LED e a fumaça não possui qualquer cheiro. O vaporizador eletrônico ou e-cigarettes, patenteados na China em 2003 estão ganhando força entre celebridades, personalidades e pessoas comuns.

Como exemplo é possível ver famosos como a modelo Kate Moss, os atores Mel Gibson, Leonardo DiCaprio e Charlie Sheen e a cantora Britney Spears dispensando os  cigarros de tabaco convencionais, pela versão eletrônica. Isto acontece devido os novos aparelhos serem menos nocivos do que o cigarro tradicional.

Dentro do vaporizador eletrônico existe um aquecedor que transforma os líquidos em vapor de água, na qual é inalado como a fumaça do cigarro tradicional, causando a sensação de prazer como um cigarro.

Entretanto, conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o cigarro eletrônico nunca teve registro no País devido ao “princípio da precaução”, já que não existe uma comprovação científica sobre a segurança e eficácia do produto.

Mas nos Estados Unidos, a FDA (Food and Drug Administration) tentou, em 2010, banir os e-cigarettes, mas a associação dos produtores de cigarros eletrônicos processou o órgão americano e venceu em 2011. Como consequência, o narguilé eletrônico pode ser comprado legalmente nos Estados Unidos em bares, lojas de conveniência ou pela internet.

Além disso, o seu uso é tolerado em locais onde seria impensável acender um cigarro comum, como aeroportos e até mesmo hospitais. Desta forma, com a facilidade de comprar e usufruir do dispositivo para fumar, o número de usuários adeptos a esta tecnologia aumentou.

Conforme dados do U.S. Centers for Disease Control and Prevention (centros americanos para prevenção e controle de doenças), mostrou que o uso do vaporizador eletrônico cresceu quatro vezes em apenas um ano, chegando a 0,6% da população, em 2009, para 2,7% em 2010, com equivalente a oito milhões de pessoas.


Cigarro eletrônico no Brasil

No Brasil, não existe o levantamento, porém, o uso do o produto em si não é proibido segundo a ANVISA, portanto, quem for flagrado trazendo um desses aparelhos do Exterior para consumo próprio não irá sofrer uma sanção.

Diferente do cigarro normal, o e-cigarette não contém alcatrão nem monóxido de carbono, ou seja, duas das cinco mil substâncias tóxicas que compõem os cigarros tradicionais que são na maior parte cancerígenas.


Onde comprar cigarro eletrônico no Brasil

Apesar da venda ser proibida hoje é possível encontrar vários sites nacionais que oferecem versões importadas do produto.

Deste modo é possível verificar versões que variam entre R$ 79 e R$ 299, incluindo acessórios como carregadores de bateria e refis, além de líquidos com nicotina ou não, além de sabores variados, como chocolate, menta, banana, bacon, morango, baunilha e até peixe.

No geral, os interessados em comprar, pode buscar na internet ou trazer o produto de fora, lembrando que o consumo do cigarro eletrônico no Brasil não é vetado, portanto, pode comprar e utilizar normalmente, já que nenhuma lei foi apresentada.