Cigarro eletrônico é mais eficiente que adesivo para parar de fumar

Alguns especialistas e autoridades da saúde acabaram chegando ao consenso sobre o cigarro eletrônico. Como proposta o narguilé eletrônico tem a proposta de oferecer nicotina sem expor o indivíduo aos prejuízos da queima do fumo (inclusive substâncias cancerígenas derivadas do tabaco).

Deste modo, os fumantes que usam o dispositivo para parar de fumar possuem mais chances de se livrar do vício do que os que usam a força de vontade ou terapias de reposição de nicotina, como adesivos ou chicletes, de acordo com um novo estudo.

Entretanto é preciso lembrar que a abstinência do cigarro se manifesta como os médicos chamam de fissura e podem durar de dois a três minutos. Os sintomas da abstinência é o mau humor. Deste modo, diminuir gradativamente o fumo ajuda a minimizar o sofrimento.

Na realidade, o ideal é reduzir o número de cigarros em 25 a 30% a cada sete dias.


Dados sobre cigarro eletrônico

Conforme pesquisa feita no Reino Unido foi analisada os dados de seis mil fumantes e constatou que um quinto deles conseguiu parar com a ajuda do vaporizador eletrônico.

Além disso, o índice foi 60% maior daqueles que não usaram o aparelho conforme o estudo.

Entre os dados, a equipe da universidade College London, responsável pelo levantamento, revelou que os cigarros eletrônicos podem ter um papel “cautelosamente positivo”.

Deste modo, o uso do vapor eletrônico cresceu nos últimos tempos. Conforme organização Action on Smoking and Health (Ação sobre Fumo e Saúde) mais de dois milhões de pessoas usam o produto.

Ainda metade dos fumantes ativos também experimentou o produto chegando a quantia de 8% em 2010. Conforme especialista, Robert West ele diz “cigarros eletrônicos podem melhorar substancialmente a saúde pública devido a seu apelo generalizado e aos grandes ganhos de saúde associados a parar de fumar”.

“Alguns especialistas em saúde pública expressaram a preocupação de que o uso generalizado dos cigarros eletrônicos poderia tornar o hábito de fumar novamente normal. Mas nós estamos seguindo o assunto de perto e não encontramos evidências disso.”

“As taxas de uso do cigarro na Inglaterra estão caindo, as taxas de pessoas que param de fumar estão subindo e o uso regular de cigarros eletrônicos entre pessoas que nunca fumaram é desprezível”.

Além disso, apesar do cigarro eletrônico não ser fornecido pela saúde britânica, a agência de saúde estuda regularizar como remédios.

No entanto, Wes afirmou que é cedo para informar se o vaporizador eletrônico pode ser disponibilizado, pois é preciso fazer pesquisas sobre a segurança de seu uso em longo prazo.

Ainda, ele diz que pelo que foi descoberto, os vapores do cigarro eletrônico são menos nocivos que os do cigarro normal.


Como funciona o vaporizador eletrônico

O vaporizador eletrônico é um dispositivo que substitui a combustão do tabaco e de outras substâncias pela queima de nicotina líquida, e transforma em vapor. Com isto, o usuário pode escolher o nível de concentração da substância e os ingredientes para misturar ao produto.

No Brasil, a Agência de Vigilância Sanitária, a ANVISA, proíbe, desde 2009.